O REDEGEST nasceu dentro de uma carteira de imóveis a sério: rendas para conciliar, obras para pagar, IRS para entregar e sócios para prestar contas. Gerimos tudo isto em folhas de cálculo durante anos. Um dia as contas deixaram de bater entre ficheiros, e decidimos construir a ferramenta que procurávamos.
Uma nota de quem o construiu
Comecei como toda a gente: um Excel para as rendas, outro para as obras, outro para o IRS. Funcionava, até ao dia em que o mesmo número aparecia diferente em dois ficheiros e eu já não sabia em qual confiar.
A regra que fundou o REDEGEST veio dessa frustração: uma fórmula vive num sítio só. O cashflow que vês no painel é o mesmo que vês na ficha do imóvel e no balanço do IRS. Se um número muda, muda em todo o lado.
A Rede de Investidores veio a seguir, pela razão mais prática de todas: precisei de sócios para um projeto e não havia um sítio decente para os encontrar. Construímos um, com as regras que gostávamos de ter encontrado: números decompostos, identidade confirmada e risco triado antes de qualquer anúncio chegar à Rede.
Se estás a deixar o Excel para trás, experimenta. Vais perceber depressa porque é que o fizemos.
Aquilo em que acreditamos
- Exclusivo para Portugal. IMT, Imposto do Selo, Anexo F, NRAU: o software fala a lei portuguesa de origem, sem adaptações de última hora.
- Contas que batem. Cada número diz de onde vem, e o mesmo valor aparece igual em todos os ecrãs.
- Gratuito para começar. Um imóvel e um anúncio na Rede sem pagar nada, sem cartão e sem prazo. Os planos pagos existem para carteiras maiores.
- Honestidade nos números. Estimativa é estimativa e leva esse nome. O que a plataforma não confirmou nunca aparece como confirmado.
- A Rede protege os dois lados. Triagem de risco antes de publicar, morada partilhada só depois do contacto e fórmulas escritas em cada anúncio.
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